O Natal

•24/12/2013 • 3 Comentários

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É uma data como qualquer outra! Não, vão exclamar alguns. É o nascimento de Jesus! Se de fato é, esse deve estar infeliz, com o rumo das comemorações de seu dia. Em tudo há excessos, nas compras, nas decorações, nas refeições, nas bebidas – que pode acabar com excessos no tratamento as pessoas que se encontram em volta e surge um clima de desarmonia. Não me acredita, então procure se lembrar de suas ceias se não é um fato – seja honesto que você que vai se lembrar. Mas há algo pior ainda, os homicidas disfarçadas de bem intencionados que após tomar bebidas alcoólicas em excesso se acham aptos a manejar o carro da família que acaba se tornando a arma do crime – duvida, veja as estatísticas – pesquise, o google te ajuda. 

Nessa data desejo que vocês possam comemorar sem excessos, curtir as pessoas próximas, trocar experiências e refletir muito para o rumo que tomamos vivendo nosso tempo. Pare, olhe e registre seus excessos, ajude a todos que vivem no mesmo planeta a regredir as agressões que a ele fazemos. Não precisa ser radical, não. Não precisa parar de andar de avião, de carro, etc só estou pedindo para cortar os excessos que são feitos. Tenho certeza que se você o fizer vamos viver em um mundo melhor com menos falta aos mais necessitados… 

Pense em mudar, pense que só é preciso não cometer excessos.

Feliz Natal

 

 

 
Pepe Melega assinatura

Turma do Carrinho

•04/11/2013 • 1 Comentário

Digital

Logo cedo lá no Pari, em São Paulo, SP começa a correria para abastecer um percentual da cidade. Escolhe, compra e entra em ação a turma do carrinho, carrega, puxa, emburra, sobe, desce o tempo todo, pois tempo é dinheiro e o próximo cliente pode estar chegando.

As imagens fazem parte de um trabalho que muito curti ter captado, espero que apreciem o ensaio, para vê-lo – clique aqui

Fotos de Arquitetura – uma difícil tarefa

•22/08/2013 • 1 Comentário

ImagemMuitas pessoas confundem fotos de arquitetura e decoração – minha interpretação é que a primeira se define com a ocupação do espaço no enquadramento onde detalhes da própria ocupação do que queremos mostrar no local onde está o “modelo” por nós fotografado de forma harmoniosa interagindo com a luz, mobilidade e materiais usados pelo arquiteto. Já a foto de decoração é o detalhe a se mostrar, há primeiros planos exagerados muitas vezes onde o objetivo claro é apresentar peças em destaques escolhidas para ocupar um espaço. Reparem como as ideias se confundem e acabam por confundir nossa avaliação. É muito sutil, mas visível aos mais introduzidos na fotografia a diferença entre ambas.

Um olhar mais para a arquitetura pode ser visto clicando aqui.

 

 

Pari – Antigo Pátio Ferroviário

•04/06/2013 • 1 Comentário

Esse é dos trabalhos que amei fazer, era ano de copa do mundo 2006,

Mas era ano de ver como São Paulo é abastecido. É bárbaro, é alucinante, é humano…

É uma turma que acorda cedo, têm sonhos, vive o dia a dia, escolhe, arruma, oferece…

Corre de um lado para outro, carrega, segura, retira, entrega…

Gente, que creio, nasce com o sorriso no rosto e esquece do resto…

Gente que vibra, trabalha, que merece respeito…

E que tem direto a torcer pela seleção…

é gente que só vendo se entende…

Veja aqui, é so clicar.

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A FOTOGRAFIA EM PB NA ERA DIGITAL

•30/05/2013 • 2 Comentários

Sempre gostei de fotos em tons de cinza, ou seja da gama que vai do branco ao preto ou vice-versa possível de reproduzir na impressão final. São os nuances de dégradé que fazem a magia da foto “monogramática”. Saudosista mantinha um equipamento para filmes, uma Voightlander Bessa R3M equipada com uma lente Carl Zeiss Biogon 35mm f 2 e a caixa plástica mantida no refrigerador cheia com Kodak Tri-X.

Uma companheira e tanto, minha Voigthlander Bessa R3M (Foto: © Pepe Mélega)

Uma companheira e tanto, minha Voigthlander Bessa R3M (Foto: © Pepe Mélega)

No estúdio há todo o necessário para revelação de minhas capturas, mas por volta do ano de 2002 parei de ampliar pelo processo químico e optei por faze-lo em impressoras jato de tinta. Longo aprendizado, algumas frustrações e muitas alegrias, experiências com pigmentos a base de carvão, tintas diversas até me render em definitivo as atuais tintas de pigmentos minerais. Os papeis também foram um aprendizado, talvez pior que as tintas, fibras de algodão, celulose, arroz, bambo que o mercado oferece com apelos de marketing que vão da reprodução de tons ao corretamente ecológico. É bárbaro, mas como o tempo aprende-se que a imagem por você criada fica mais adequada a um ou dois tipos de papéis que passam a ser seus eleitos – um aparte: Não é o papel mais caro, não é o papel mais usado pelos amigos e sim aquele que reproduz a imagem como você deseja apresenta-la.

As paisagens em PB uma forma de fotografia imortalizada pelo fotógrafo americano Ansel Adans

As paisagens em PB uma forma de fotografia imortalizada pelo fotógrafo americano Ansel Adans (Foto: © Pepe Mélega)

Ai começa a polêmica, por que a fotografia PB digital é inferior a feita com filme e finalizada em processo químico? Queria muito entender por que tantos insistem em afirmar que uma é menos que a outra, afinal é fotografia, o que muda é o processo para chegar ao resultado final. Mas se formos avaliar com profundidade veremos que a fotografia PB digital é muito mais precisa que a química – quanto a isso não há duvida. No aspecto arte, as imprecisões podem valorizar a imagem para colecionadores e ou museus? Afinal os tapetes orientais como os persas tinha esse “marketing” no momento da venda. Novo aparte: A fotografia é um processo reprodutivo, e assim sendo quanto mais perfeita a reprodução melhor. Entenda que a reprodução perfeita, não é o detalhamento do que se capta e sim a reprodução idêntica do que você criou na sua captação.

23 St, NYC - NY feito com uma câmera compacta, mais pensando em PB para tirar o máximo do equipamento na conversão (Foto: © Pepe Mélega)

23 St, NYC – NY feito com uma câmera compacta, mais pensando em PB para tirar o máximo do equipamento na conversão (Foto: © Pepe Mélega)

Processos a parte deixo meu depoimento: A fotografia PB digital alterou meu saudosismo. Me permitiu carregar menos equipamentos – é vamos ficando mais velhos e isso passa a ser preocupação também, rssss. Também me permitiu ser mais preciso, minhas tonalidades estão mais ricas, as passagens mais suaves e a reprodução infinitamente mais precisa. A magia da fotografia em PB não foi mudada, mudou o processo – não menos complicado para termos imagens de qualidade. Quando se capta é preciso pensar no preto, nas sombras, afinal o branco já está no suporte que será usado tanto no processo químico quanto digital + impressão jato de tinta. Muda a latitude, no digital ela é maior, o que permite saber onde e quando sacrificar (tomar decisões) entre altas e baixas luzes. É preciso ser fotógrafo e agir como tal. Fotografia digital PB, não é errar na captação digital a cor e transforma-la em PB para salvar o erro cometido.

Imagem fruto de captação em FIlme, Kodak Tri X, negativo digitalizado.

Imagem fruto de captação em FIlme, Kodak Tri X, negativo digitalizado. (Foto: © Pepe Mélega)

A fotografia de rua (street shot) é outra com vários adeptos do uso de PB.

A fotografia de rua (street shot) é outra com vários adeptos do uso de PB. (Foto: © Pepe Mélega

Fotografia digital em PB é ótima, nada deve a outro processo e possui a vantagem de ficar longe de químicos que muito prejudicam a saúde de quem os manipula e compromete o meio ambiente já tão sofrível. Mas pense em PB quando for captar, faça suas fotos serem mais ricas em nuances/passagens e esqueça aquele contraste exagerado para esconder erros cometidos no momento do click.

A conversão depende de sua interpretação, mas há hoje excelentes WS como o da Madalena Centro de Estudo da Imagem com Clicio Barroso que fornece excelente informações para você criar sua linguagem, ou melhor a sua forma de como quer que vejam o seu PB.

Ótimos cliks

Safari Fotográfico no Pantanal 2013

•29/01/2013 • 1 Comentário
Barco São Lucas do Pantanal

Barco São Lucas do Pantanal

Esse ano o tradicional safari fotográfico no pantanal acontece de 03 a 08 de agosto e estaremos explorando a região da Reserva Ecológica Taiamã. Estaremos a bordo do barco São Lucas do Pantanal com sistema de pensão completa desde o embarque até o desembarque com bebidas, serviço de guias – sendo um para cada dois fotógrafos embarcados que usarão barcos de alumínio de cinco metros + motor de popa. Passaremos por diversos rios, corixos e baías no intuito de fotografar as belezas naturais da região.
Se você também curte a fotografia de natureza e vida selvagem venha fazer parte de nossa turma. Valor do investimento sem a parte aérea é de R$ 3.200,00 (três mil e duzentos reais) as confirmações serão aguardadas até 30/05 através do deposito de 40% do valor total ou seja R$ 1280,00, as demais parcelas no valor de R$ 960,00 serão em 25/06 e 25/07. Após a data de 25/06 o pagamento deverá ser integral e poderão ser aceitas novas adesões até 30/07 se ainda houver disponibilidade de vagas.
Informações pelo e-mail: pepe@pepemelega.com

Para ver algumas imagens do safari realizado em 2012 clique aqui.

Que venha 2013, será?

•02/01/2013 • 4 Comentários

Começamos um novo ciclo? Será?

Todo dia é um clico novo, o resto depende de nós! (Foto: Pepe Mélega)

Todo ano é a mesma coisa, pensamos em renovação, pensamos em oportunidades, pensamos em conquistas e tudo fica rigorosamente igual – nada muda, por que?

Porque é simples, a resposta não está na data, ou datas e sim dentro de você! É você que têm o poder de mudar alguma coisa, sem medo, sem receio. É a soma de ações individuais que podem se transformar em ações coletivas que geram mudanças. De nada adianta ficar anotando em uma lista para o ano que entra se não houver atitude para realiza-las!

O que esperamos de um 2013 é uma reação, sim uma reação nossa de menos conformismo, uma reação que leve a entender que se um grupo deseja ele consegue.

Esse ano vou menos à restaurantes, eu adoro, mas os preços estão abusivos é necessário diminuir a oferta de clientes para caírem na real. Como no ano que passou, esse ano vou procurar usar mais transporte coletivo e tirar o carro de casa só quando for mais interessante e/ou necessário. Também esse ano vou comprar menos camisetas, afinal minha gaveta está com algumas que ainda não usei. Esse ano vou pesquisar mais quando tiver que comprar algo, serei menos compulsivo e mais realista, chega de pagar a mais pela preguiça.

Vocês alguma vez pensaram numa lista assim? Sabe quanto isso seria benéfico para a sociedade em que vivemos?

Há mas você pode e quer ser visto no carrão que comprou, adora ficar na fila para entrar no restaurante badalado e quer ficar num lugar onde todos os vêem, né – quando a conta chega paga com cartão de crédito especial mega blats e não resisti entrar na loja de griffe e comprar alguma coisa que pode se perder no seu armário empilhado de outras semelhantes que um dia você ira usar.

Se você pensa assim me faz um favor, não reclame que as coisas em nosso país (Brasil) estão caras, que o serviço é ruim, que o produto é de péssima qualidade e que é muito melhor comprar quando você viaja para um país onde os custos são justos. Continue alimentando a demanda, mas não reclame tá!

Abraços e bom 2013, com o sem mudanças.

 
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