Safari Fotográfico no Pantanal 2013

•29/01/2013 • Deixe um comentário
Barco São Lucas do Pantanal

Barco São Lucas do Pantanal

Esse ano o tradicional safari fotográfico no pantanal acontece de 03 a 08 de agosto e estaremos explorando a região da Reserva Ecológica Taiamã. Estaremos a bordo do barco São Lucas do Pantanal com sistema de pensão completa desde o embarque até o desembarque com bebidas, serviço de guias – sendo um para cada dois fotógrafos embarcados que usarão barcos de alumínio de cinco metros + motor de popa. Passaremos por diversos rios, corixos e baías no intuito de fotografar as belezas naturais da região.
Se você também curte a fotografia de natureza e vida selvagem venha fazer parte de nossa turma. Valor do investimento sem a parte aérea é de R$ 3.200,00 (três mil e duzentos reais) as confirmações serão aguardadas até 30/05 através do deposito de 40% do valor total ou seja R$ 1280,00, as demais parcelas no valor de R$ 960,00 serão em 25/06 e 25/07. Após a data de 25/06 o pagamento deverá ser integral e poderão ser aceitas novas adesões até 30/07 se ainda houver disponibilidade de vagas.
Informações pelo e-mail: pepe@pepemelega.com

Para ver algumas imagens do safari realizado em 2012 clique aqui.

Que venha 2013, será?

•02/01/2013 • 4 Comentários

Começamos um novo ciclo? Será?

Todo dia é um clico novo, o resto depende de nós! (Foto: Pepe Mélega)

Todo ano é a mesma coisa, pensamos em renovação, pensamos em oportunidades, pensamos em conquistas e tudo fica rigorosamente igual – nada muda, por que?

Porque é simples, a resposta não está na data, ou datas e sim dentro de você! É você que têm o poder de mudar alguma coisa, sem medo, sem receio. É a soma de ações individuais que podem se transformar em ações coletivas que geram mudanças. De nada adianta ficar anotando em uma lista para o ano que entra se não houver atitude para realiza-las!

O que esperamos de um 2013 é uma reação, sim uma reação nossa de menos conformismo, uma reação que leve a entender que se um grupo deseja ele consegue.

Esse ano vou menos à restaurantes, eu adoro, mas os preços estão abusivos é necessário diminuir a oferta de clientes para caírem na real. Como no ano que passou, esse ano vou procurar usar mais transporte coletivo e tirar o carro de casa só quando for mais interessante e/ou necessário. Também esse ano vou comprar menos camisetas, afinal minha gaveta está com algumas que ainda não usei. Esse ano vou pesquisar mais quando tiver que comprar algo, serei menos compulsivo e mais realista, chega de pagar a mais pela preguiça.

Vocês alguma vez pensaram numa lista assim? Sabe quanto isso seria benéfico para a sociedade em que vivemos?

Há mas você pode e quer ser visto no carrão que comprou, adora ficar na fila para entrar no restaurante badalado e quer ficar num lugar onde todos os vêem, né – quando a conta chega paga com cartão de crédito especial mega blats e não resisti entrar na loja de griffe e comprar alguma coisa que pode se perder no seu armário empilhado de outras semelhantes que um dia você ira usar.

Se você pensa assim me faz um favor, não reclame que as coisas em nosso país (Brasil) estão caras, que o serviço é ruim, que o produto é de péssima qualidade e que é muito melhor comprar quando você viaja para um país onde os custos são justos. Continue alimentando a demanda, mas não reclame tá!

Abraços e bom 2013, com o sem mudanças.

A noite

•29/11/2012 • 2 Comentários

Seis imagens, um pensamento… Clique aqui.

Abs

 

Meu Banco

•04/09/2012 • 5 Comentários

Aqui agradeci, chorei, planejei… (Foto: Pepe Mélega)

Em minha última viagem a província de Corrientes, na Argentina, para a cidade de Ita Ibaté, meu amigo e reporter da Pesca & Companhia Lielson Tiozzo que me acompanhava me perguntou onde era o banco que mencionei num guia da região feito para a revista Pesca & Companhia e não tive a oportunidade de mostra-lo.

Agora aproveito para faze-lo, ai está o meu Banco, a ele não devo nada, só agradeço por estar lá. Por nele ter sentando logo após ter perdido meu pai, o amigo, o herói de todas as horas. Nele também sentei para pensar em minha querida filha, o melhor que tenho nessa vida em vários momentos, por várias vezes, mas um em especial que ali pedi ao universo que a protegesse e desse a ela sucesso na sua escolha de se mudar para os USA. Também agradeci pelo genro que ela me deu, não que ele me puxe o saco e me bajule, muito pelo contrario, mas por fazer minha filha feliz da maneira que o faz. Ali também tomei a decisão de onde jogar as cinzas de minha mãe após seu falecimento, foi como um aviso que me guiou a um lugar que ela gostava muito e a fez feliz. Ali sentei com um amigo querido num momento difícil para ele e vamos voltar novamente ao mesmo lugar para juntos tomarmos uma Stella e agradecer ao sol pelos belos momentos que temos em nossas vidas. Já estamos combinando né Sr.Tangerina (Juninho).

Esse é um lugar especial, não é o único em minha vida, que é fantástica e me proporciona sempre a estar em lugares fantásticos que já conheço e que conhecerei ainda. Mas é especial, é um lugar que já comemorei algumas vitórias importantes – não sou muito de competir mais, mas houve uma vez que decidi que precisava mostrar o que sabia e essa decisão foi ali tomada. Ali também resolvi não abandonar algo que gosto muito de fazer, que é o fotografar e pescar para a revista Pesca & Companhia. Lembro que pela segunda vez, de passagem por lá, parei para rever amigos e sentei-me ali para pensar se deveria continuar ou não – azar de vocês pois decidi que continuo a pescar e fotografar para a revista Pesca & Companhia que muito representa em minha vida, logo vocês vão ter que continuar a ver minha cara por lá.

Foi ali que em 2004 parei para agradecer a oportunidade que estava tendo de viajar por toda a Patagônia Argentina e Chilena em companhia de amigos queridos a bordo de uma L200 da Mitsubishi – foi uma grande viagem que começou em Curitiba e não me sai da memória. Aqui abro aspas “Obrigado João Marcos Moro pelas lições de vida e sua amizade ao dividir nossa paixão pela pesca” saudade de nossas pescarias.

Foi ali também nesse ano que me sentei pela última vez e agradeci, tomei decisões e segui em frente vendo o quanto esses queridos irmãos Daniel e Diego Simon sem esquecer do meu parceiro de aniversário Rogério Simon da Gêmeos Pesca Esportiva representam, fizeram e por terem me dado a oportunidade de ter conhecido a quase dez anos atrás esse pequeno paraíso na terra que vocês construíram. Obrigado, por emprestar meu banco. Abraços

Um desavio

•25/08/2012 • 1 Comentário

Uma mesa de bar, uma luz de janela entrando, algumas Stellas e alguém fala dá para fotografar um relógio de forma publicitária agora com o que temos aqui – tirando o relógio do pulso. Podemos tentar, três clicks com ajuda de um guardanapo a foto. Obvio que não é uma imagem e sim uma idéia e fica claro que é isso que faz a diferença entre fotógrafos. Abs

Um desafio (Foto: Pepe Mélega)

Caminhos tortos

•11/08/2012 • 5 Comentários

Caminhos tortos (Foto: Pepe Mélega)

A foto acima foi feita no MOMA (Museum of Modern Art) obra de Martin Puryear em 2008, no segundo dia do ano – visita para passar o dia por lá. Um dia para olhar, pensar, reciclar e inspirar com toda a liberdade que é data a qualquer visitante que respeita as regras estabelecidas. Fotografo, sento, olho, ando, toco tudo que é possível, se não há um aviso que pede para não se fotografar e ou tocar – o primeiro quase inexistente nesse visita. Curto, aprecio, ando, anoto e fotografo como todos que curtem arte e ou processos de criação. Afirmo que é uma DELICIA poder passar o dia no MOMA.

São Paulo, um museu, menos de uma hora de visita interrompida, truculentamente sou impedido de fotografar sem ter um aviso em algum lugar que isso é proibido, sento e pego meu bloco de anotação e sou novamente abordado de que não posso fazer nenhum esboço, continuo anotando o que me interessa sem fazer esboços e sou abordado por dois seguranças que pedem para que me retire já me segurando pelo braço e tentando me conduzir a saída, questiono o por que da atitude e em tom áspero recebo a resposta: Estamos evitando o planejamento de um roubo! Fiquei sem ação, sem saber o que falar ou fazer, indignado por que a ação de marginais tiram de mim um cidadão comum que paga seus imposto e que procura coexistir dentro de uma sociedade seguindo suas normas é impedido de agregar mais cultura em um universo que me agrada. Como é possível atitudes como essa, como é possível não termos mais direitos em função da falta de segurança que uma sociedade organizada teria que nos garantir.

Abraços

Arte, Anarquia ou depende de quem assina?

•03/08/2012 • 9 Comentários

Putz, parece loucura o título acima, né. Mas não é! É sim de fato uma critica ou melhor um fato do que acontece com a fotografia atual em nosso querido Brasil. As imagens já não fazem diferença e sim quem as assina e pior – em algum casos, quem as apresenta ao publico! Não sou o primeiro a escrever e ou falar sobre o assunto, já houve e há outros com o mesmo pensamento em nosso meio, cheguei a pensar que não entendi a fotografia atual – rotulada de contemporânea, mas não é isso de fato.
A arte parece mudar – e a máxima de que a arte não precisa se entender está mais em moda do que nunca, já que poucos entendem o que o artista quer demonstrar – pelo menos alguns. Não sou um cara do passado – apesar de já ter deixado cinqüenta e oito anos para trás. Adoro ver a “modernidade” principalmente quando essa é consistente e que aos poucos vai me fazendo entender a intenção do autor.
Tenho visto muitas coisas boas, mas também algumas difíceis de acreditar que ganharam espaço para serem apresentadas. Mas o pior que vi no começo da década atual foi uma exposição de um fotógrafo muito talentoso onde o texto do curador foi apresentado com mais destaque no tamanho e na iluminação do que as próprias fotos desse. Não acham estranho? Onde está a máxima de que as imagens devem falar por elas e pelo autor? Sucumbiu a mágica dos curadores atuais? é isso! No mundo atual da fotografia mais vale a escrita do curador do que as imagens representam? Saudade de ver a elegância de fotos montadas em exposição por onde a curadora e colecionadora Rosely Nakagawa passou, onde o texto se limitava a apresentar o autor e sua idéia em poucas e bem colocadas palavras e o deleite era olhar as imagens e perceber quanto o pequeno texto deixava-me apreciar o que de fato importava: AS FOTOGRAFIAS

Arte, Anarquia ou depende de quem assina é na realidade um ensaio com doze (12) imagens que podem ser vistas clicando aqui.

Abraços

 
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